Valorizar a inovação é coisa de líder, não de seguidor.
- Marcia Martini Ferrari
- há 5 dias
- 2 min de leitura
O ROI da inovação exige uma régua diferente
Diferente de produtos ou serviços com ciclo curto ou já maduros no mercado — com toda a previsibilidade que os históricos permitem — as inovações são apostas. Medir o resultado de tecnologias disruptivas, provar o seu valor e escalar o uso é sempre um desafio para quem lidera em suas áreas de responsabilidade.
Em Facilities isso não é diferente. Inovar é preciso. Mas trazer retorno sobre os investimentos, alinhado aos objetivos de negócio, é igualmente essencial. Equilibrar essas duas forças é tarefa de quem sabe correr riscos calculados e contrabalançar resultados financeiros com ambição de melhoria contínua.

Inovação não se mede em uma única linha
O ROI convencional foi construído para produtos previsíveis. A inovação, por definição, não é previsível — e por isso precisa de uma régua que contemple três dimensões simultâneas:
Financeiro - Redução de custo, ganho operacional e retorno direto mensurável
Operacional - Produtividade, mitigação de risco, qualidade de processo e capacidade decisória
Aprendizado - Curva de adoção, mudança de cultura e nova capacidade de operar
Adotar novas tecnologias é uma escolha estratégica, não reativa — e exige visão 360, cultura que premia esforços de transformação e a compreensão de que os resultados aparecem em frentes diferentes, não apenas na linha de custo.
Curva de aprendizado também é ROI
O erro mais comum ao avaliar projetos de inovação é esperar retorno imediato na régua errada. Toda tecnologia disruptiva passa por uma jornada antes de gerar valor consolidado.
Jornada de valor da inovação:
Adoção: Implementação e primeiros dados;
Aprendizado: Ajustes, insights e mudança de hábitos;
Evidência: Dados reais validam o modelo;
Escala: ROI consolidado e expansão.
Uma execução estruturada, com objetivos claros em cada fase, é o que viabiliza projetos dessa natureza. O retorno pode ser imediato ou pode estar na curva — mas precisa ser medido em ambos os casos para que se possa escalar com segurança.
Conclusão
Fazer diferente para conseguir resultados diferentes é um processo que inclui abertura para o aprendizado, coragem para mudar e instrumentos para medir o caminho — não apenas o destino.
Sobre o autor: Marcia Ferrari MSc, Conselheira ABRAFAC, Professora MBA em Facilities da PUC-MG, Head Market Intelligence Neowrk
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